Missão, Visão e História

A JOP tem como VISÃO servir de embaixadora da excelência e identidade nacionais e inspirar o público através da integridade e alegria das suas atuações
MISSÃO
Criar e manter em funcionamento uma orquestra juvenil dedicada a estudantes de música provenientes de todo o território nacional, escolhidos em audição, pela excelência, talento e potencial, projetando na Europa e no Mundo o saber fazer português num ambiente de intercâmbio internacional..
VALORES

EXCELÊNCIA

Apostar nos jovens talentos em ascenção, promovendo a máxima excelência, com base no empenho e na disciplina da preparação artística; e exponenciar toda a energia, entusiasmo e dinâmica dos jovens músicos da JOP.


CIDADANIA ATIVA

Aliar o interesse artístico e desenvolvimento pessoal de cada um ao empenho na construção de uma sociedade inclusiva, no contexto da cidadania europeia.

IDENTIDADE NACIONAL

Promover e valorizar a qualidade e empenho dos músicos da JOP, projetando a cultura musical e o saber fazer de Portugal em todos os momentos de atuação da JOP.


EDUCAÇÃO

Convocar a máxima imaginação e a total criatividade para uma formação responsável dos membros da JOP, num ambiente de fusão entre educação artística formal e a formação informal num contexto de diversidade.

Jovem Orquestra Portuguesa (JOP)
A Jovem Orquestra Portuguesa (JOP) é uma iniciativa da Orquestra de Câmara Portuguesa – Associação Musical (OCP).

O diretor artístico, Pedro Carneiro, maestro e solista internacional, em conjunto com a equipa da OCP e o apoio da Linklaters Portugal, lançaram este projeto em 2010, que foi primeiro designada de OCPzero dedicada aos jovens músicos de todo o país.

Ao ingressar na Federação Europeia de Jovens Orquestras Nacionais (EFNYO – European Federation of National Youth Orchestas), adotou a atual designação Jovem Orquestra Portuguesa, e o formato sinfónico. O ingresso na EFNYO deu-se em maio de 2013, na Assembleia Geral realizada em Bucareste, com representantes da Áustria, Bélgica, Bálticos, Escócia, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Moldávia, Roménia e Suíça.

Logo na primeira temporada de 2010/2011, que a JOP vem participando em todas as edições dos Dias da Música em Belém, primeiro no Espaço Música Livre, e, desde 2015, no Grande Auditório do CCB, estreando-se logo com a Sagração da Primavera, de Stravinsky. Também desde 2015, que a JOP participa no Lisbon Music Fest.

A JOP já se apresentou em diversos cidades além de Lisboa, como Aveiro, Lagoa e Coimbra, e além dos Dias da Música, no Festival Jovens Músicos 2015, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, no regresso da estreia no Konzerthaus de Berlim.

Internacionalização

Em 2014, assistimos à internacionalização da JOP, com o convite para se apresentar no Festival de Kassel, na Alemanha. Fruto do assinalável sucesso da prestação da orquestra, a presença em Kassel repetiu-se no ano seguinte, em 2015. Esta segunda digressão à Alemanha, incluiu ainda a estreia da JOP no Festival Young Euro Classic, com um concerto no mítico Konzerthaus de Berlim.

Além da Sagração da Primavera de Stravinsky, a JOP apresentou obras de Mozart, Tchaikovsky e Schumann, com os solistas Pedro Lopes (violino) e Ricardo Gaspar (viola), e as estreias, respetivamente internacional e mundial, de obras de João Madureira e Pedro Lima Soares.